Rosália – Da varanda lembrava da ciranda.

Passou o tempo
Lento estava
Nem viu
Adormeceu
Mais um dia de trabalho
Ou a preguiça da fadiga

Passou o tempo
A rede balançava
De um lado para outro
Todavia se perguntava
Rosália lia
Revistas e jornais velhos

Da varanda
Lembrava da ciranda
Horizonte de pomares
Laranja é a cor do fim
Arranja um lenço
Lá desce suas lágrimas
Que viraram rimas

Passou o tempo
As rugas, adereço da idade
Nessa cidade
Ainda reside
Resiste, árduo e doloroso
Saudades do teu repouso
Em meu peito adormecia
E esse dia que não acaba
Se houver fim virará sonho

Da varanda
Lembrava da ciranda
Horizonte de pomares
Laranja é a cor do fim
Arranja um lenço
Lá desce suas lágrimas
Que viraram rimas…

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